4.2.07

PARADOXOS - Parte II

QUEREMOS VIVER NUMA SOCIEDADE QUE:

Desprotege o início da vida humana
mas protege os ninhos das cegonhas?

Por um lado dá às mães o direito de eliminar a vida do bébé, só porque têm menos de 10 semanas
mas por outro lado, multa quem transporta crianças sem cadeirinhas!

Nega ao pai o direito a defender a vida dos seus filhos
mas obriga-o a assumir a paternidade?

Dá permissão de matar
a quem tem a missão de salvar?

Fecha maternidades por razões económicas
mas abre clínicas de aborto?

NESTE REFERENDO ESCOLHE-SE A SOCIEDADE QUE QUEREMOS TER!

Fonte: Federação Portuguesa pela Vida

1 comentário:

Paulo Furtado disse...

Parabéns desde já pelo Blog!

Infelizmente estamos perante o mesmo tipo de aproximação usada para resolver outros problemas.

Em vez de procurarmos resolver os problemas de fundo e que levam as mulheres a abortar clandestinamente, simplesmente arranja-se uma forma de o legalizar.

A Lei que existe em minha opinião já é bastante equilibrada. Não se pode descriminalizar o acto do aborto. Estamos a falar da interrupção da vida. Morte.

O feto não é propriedade da mulher para poder decidir livremente quanto ao seu futuro seja até às 10 ou ao número de semanas que fôr.

A solução devia passar isso sim pela melhorias das condições das famílias para a criação / educação dos seus filhos.

Jamais uma mulher deveria abortar por falta de condições económicas ou outras para criar o seu filho.
Não que eu aceite o argumento.

Um Estado responsável tem que garantir que as Instituições estão preparadas para receber os bebés que por algum motivo a família natural não tem condições para o criar.

A solução em minha opinião passa por estas duas vertentes. Primeiro pela prevenção, através de programas alargados de educação sexual, e depois na assistência à Família em caso de necessidade.

Se há coisa que o nosso país precisa é de bebés. Não de abortos.

NÃO é a única resposta responsável a este referendo.